Sua marca já é digital. Mas o quanto ela é humana?

Sua marca já é digital. Mas o quanto ela é humana?

Vivemos em uma era em que consumimos MUITA INFORMAÇÃO em UM ESPAÇO MUITO CURTO DE TEMPO. Nos oferecem conteúdos de forma desenfreada sem identificar se temos a mínima ligação emocional com a marca. Nosso cérebro está constantemente coletando e filtrando informações.

“Seria responsabilidade das marcas resgatar características humanas em uma sociedade cada vez mais automatizada, e com isso conectar-se de maneira mais efetiva com o seu público?”(GOBÉ, 2010).

Acho que todos nós concordamos que o momento é de romper com conceitos consagrados no mercado para criar uma nova forma de lançar ideias, que atraiam um público já cansado de modelos desgastados. É o momento de falar com o coração da marca. E falar sobre conexão emocional é falar de branding, de posicionamento, de pessoas, de sentimentos e de sociedade. Uma nova etapa de identificação da marca requer sensibilidade, alinhamento e empatia.

“Empatia é processo de identificação em que o indivíduo se coloca no lugar do outro e, com base em suas próprias suposições ou impressões, tenta compreender o comportamento do outro.” (Meio e mensagem)

Mas nada disso surge do dia pra noite. É um processo, uma construção, que requer pensar em todos os pontos de contato da marca, cuidar de cada detalhe, ser verdadeiro. Pois não adianta você passar uma linda imagem da sua empresa para o seu público se os seus próprios funcionários não estão engajados, entusiasmados e tocados com o seu propósito. Lembre-se: eles também são um ponto de contato com a sua marca.

E então, a sua marca é humana?

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